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CFO realiza em maio primeiro concurso público da autarquia

O primeiro concurso público para contratação de servidores para o CFO acontecerá em 28 de maio e 4 de junho e contará com a organização do Instituto Quadrix. CFO e Quadrix assinaram na terça-feira, 21 de março, o contrato para a organização do concurso para preenchimento de 34 cargos efetivos e cadastro de reserva.

Os cargos oferecidos serão para os níveis superior e médio. Entre os cargos de nível superior, estão o de analista de recursos humanos, analista de contabilidade, analista de sistema, procurador jurídico e secretariado-executivo. Os cargos de nível médio incluem técnico em contabilidade, técnico em secretariado, técnico administrativo e técnico em tecnologia da informação.

As provas serão objetivas e dissertativas. O edital com o conteúdo programático, atribuições dos cargos, vagas, salários e benefícios será divulgado no final de março.

O Instituto Quadrix é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos, que tem entre as suas principais atividades planejar, organizar, executar e supervisionar concursos e processos seletivos para instituições públicas e privadas. O instituto organizará o concurso sem nenhum custo para o CFO.

Fonte: http://cfo.org.br/todas-as-noticias/cfo-realiza-em-maio-primeiro-concurso-publico-da-autarquia/#more-22207

Conceitos de Odontologia Estética

Neste novo milênio, a “ordem” é viver com saúde e feliz. O cuidado com a forma física lota as academias e as clínicas de cirurgia plástica estão cada vez mais acessíveis, possibilitando às pessoas serem mais bonitas e felizes. Nesta linha surgiu um novo segmento da odontologia – a Odontologia Estética – que contribui para a conquista do sorriso perfeito.

As pessoas procuram a odontologia estética por várias razões. Algumas simplesmente querem parecer mais jovens, e a odontologia estética é como uma plástica dentária que pode “reverter” de forma rápida o processo natural de envelhecimento dos dentes. Outras (a maioria) tiveram dentes feios a vida inteira e sempre souberam disso. Essas pessoas raramente sorriem, e isso pode esconder o aspecto mais caloroso de suas personalidades.

A odontologia moderna oferece uma grande variedade de opções de tratamento para pessoas que buscam melhorar seus sorrisos. As opções variam de facetas de porcelana a aparelhos. Em muitos casos, é necessária uma combinação de técnicas para atingir os melhores resultados.

A associação de conceitos, como bom humor, boas energias, saúde e beleza no sorriso, revela um perfil de sucesso, que confere a seu dono a satisfação de estar de bem com a vida. Alcançar esse objetivo, entretanto, está mais fácil do que há alguns anos, graças ao avanço da Odontologia Estética.

Esta área da Odontologia recebeu muitos investimentos em pesquisa nos últimos anos revelando um crescimento nunca antes experimentado, possibilitando a homens e mulheres a reabilitação de seus dentes com materiais que se assemelham ao dente natural, e o que é melhor, com uma grande durabilidade. As pessoas que buscam o belo e a harmonia, depois do tratamento, percebem uma mudança completa, um ganho inclusive de auto-estima.

Quando se falava em ir ao dentista, normalmente se associava a uma situação de dor ou aquele barulhinho desagradável do temido “motorzinho”. Pode-se dizer que isto era uma realidade há algum tempo atrás… Mas a verdade é que a odontologia moderna é realizada com o mínimo de desconforto e, com os novos materiais, é possível se restaurar a aparência natural dos dentes, perdida pelos tratamentos onde materiais metálicos eram utilizados… Hoje as resinas compostas e as porcelanas odontológicas possuem esta propriedade.

Talvez, a mais incrível evolução na área odontológica, seja as facetas laminadas em porcelana. Sorrisos podem ser transformados em apenas duas sessões de consultório… É importante lembrar que o trabalho de facetas exige um alto grau de conhecimento das técnicas e materiais envolvidos, para que se obtenha um resultado bonito, natural e de alta durabilidade.

O custo deste tratamento vai depender do número de dentes envolvidos, mas vale a pena salientar que para se obter resultados ideais, um mínimo de quatro dentes anteriores devem ser facetados.

Vale dizer que a odontologia estética se preocupa em realizar qualquer atendimento odontológico como tratamento de cáries, próteses e tratamentos de gengivas, objetivando não somente restabelecer a função, mas também devolver o aspecto natural perdido ao longo do tempo. Portanto, a odontologia moderna se propõe, por exemplo, em trocar uma restauração devolvendo todos os detalhes de um dente natural em termos de cor e forma. É muito importante salientar que estas novas técnicas para serem eficientes exigem muito rigor técnico, cuidados especiais na sua confecção, habilidade e conhecimento científico do cirurgião dentista.

Fonte: http://www.bonde.com.br/colunistas/saude-bucal/conceitos-de-odontologia-estetica-78168.html

Novas técnicas garantem sorrisos mais bonitos e elevam a autoestima

RIO – O avanço da tecnologia e a popularização das técnicas mais recentes têm tornado o sonho do sorriso perfeito cada vez mais acessível aos bolsos das famílias e, assim, atraído um público variado aos consultórios de dentistas e cirurgiões plásticos. O arsenal de soluções para velhas angústias se sofistica, com a adoção de soluções menos invasivas e mais eficazes, que prometem reduzir o medo do consultório odontológico a uma singela lenda urbana, transmitida por gerações passadas.

No consultório do dentista Mário Groisman, na Barra, aparelhos tradicionais, com brackets de metal, já fazem parte do passado para cerca de 40% da clientela do segmento de ortodontia. Estes pacientes utilizam alinhadores: aparelhos removíveis e transparentes, colocados especificamente sobre cada arcada. Eles exercem diferentes pressões, em pontos diversos, e costumam ser substituídos, em média, a cada dois meses, conforme os resultados e o comprometimento dos usuários com o tratamento. Outra vantagem é que não interferem na fala.

— A técnica chegou ao Brasil há uns seis anos, trazida por uma marca específica, que cobrava valores elevados, o que tornava o tratamento muito dispendioso. Hoje isso mudou, e outras empresas trabalham com o mesmo material. A solução tem atraído pacientes mais velhos, que não se adaptavam ao tratamento tradicional. Na consulta de avaliação, nós já preparamos uma sequência de alinhadores a serem utilizados pelo paciente — afirma.

Foi o caso da cardiologista Heloísa Rocha, de 45 anos. Há oito, ela tentou um tratamento ortodôntico convencional, mas não suportou a rotina de privações alimentares, feridas bucais e difícil higienização. Recentemente, voltou a procurar tratamento para bruxismo, o ranger das arcadas por estresse, que se acentua durante o sono e pode resultar na quebra das pontas dos dentes, problema que enfrentou.

— Eu vivia com a boca ferida, pelo contato do aparelho com os lábios, e não conseguia passar fio dental. Usar aparelho foi uma péssima experiência. O alinhador é discreto, não machuca, pode ser removido nos momentos necessários e atua especialmente à noite, quando estou dormindo. Assim, não causa transtornos. Estou utilizando meu segundo modelo, e a qualidade do sono já melhorou muito — afirma.

Groisman explica que geralmente o paciente mais velho tem resistência ao uso de aparelhos, mas a nova técnica tem convencido muitos deles a aderir ao tratamento.

— Muita gente tem na memória os modelos antigos e desconfortáveis que, além de causar dor, podiam motivar bullying. Eu senti isso na pele quando usei aparelho. Geralmente, esses pacientes pedem soluções mais radicais, como extrações. E eu mostro que é possível salvar os dentes com processos mais leves e gerar um belo sorriso como recompensa — explica.

Em certos casos, o descontentamento com o sorriso não é causado pelo tamanho da gengiva, que se destaca nos momentos de descontração e inibe o paciente. O problema, de caráter exclusivamente estético, afeta a autoestima de uma legião que não sabe que ele pode ser combatido com a gengivectomia. A cirurgia, realizada em consultório, reduz o nível da gengiva, removendo o excesso de tecido. Geralmente, o procedimento exige também modificações nos contornos do alveolar, o osso que contorna gengiva e dentes.

Especializado em odontologia estética, Marcelo Siqueira tem percebido aumento na procura pelo procedimento em seu consultório, também na Barra.

— A maioria das pessoas com sorriso gengival se incomoda com ele e o considera um problema, mas não sabe que há uma solução cirúrgica para resolvê-lo de vez. Quando alguém bate à minha porta procurando a gengivectomia, geralmente vem indicado por um paciente que já passou por ela. Esse é um procedimento que nós costumamos indicar; não recebemos muitas solicitações para realizá-lo — afirma.

A universitária Lorena Tavares, de 20 anos, foi operada por Siqueira, após tomar conhecimento da cirurgia por um anúncio na internet.

— A cirurgia foi rápida, não senti dor alguma e já saí do consultório muito feliz, embora os resultados só sejam plenamente perceptíveis após uma semana — afirma.

Nesse período, as restrições são as mesmas impostas a quem passa por qualquer cirurgia de pequeno porte: evitar esforço físico, sol, comida quente e abaixar a cabeça. Para quem não quer se submeter ao procedimento, mas está disposto a investir regularmente na harmonia facial, a aplicação de toxina botulínica é uma alternativa.

Responsável pela clínica Carpe Barra, o cirurgião plástico André Ramos diz que tem havido maior demanda pela solução. Para que o efeito seja preservado, é preciso fazer novas aplicações a intervalos que podem variar de quatro a seis meses:

— Esse é o tempo de ação da toxina, que atua na paralisação dos músculos responsáveis pelo sorriso, suavizando as expressões e levantando menos os lábios. É uma alternativa menos invasiva. O procedimento dura menos de dois minutos, e os efeitos podem ser percebidos logo.

Paciente de Ramos, a gerente administrativa Tatyane Ruiz optou pelo tratamento por receio do pós-operatório de uma cirurgia.

— Não quero passar por uma operação, ter restrições alimentares e sentir dores. Optei pela toxina botulínica e estou muito satisfeita — afirma Tatyane, que refaz o processo semestralmente.

Tratamento com uso de hormônios

A lei federal 9.965, assinada em 27 de abril de 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, surpreende pacientes que chegam ao consultório da dentista Luciana Negrão, na Barra.

— Muitos dentistas não sabem que podem oferecer tratamentos com hormônios, amparados por essa legislação — diz ela. — Por isso, a oferta deste serviço é pequena.

Luciana trabalha com o balanceamento dos hormônios dos pacientes para evitar problemas odontológicos. O primeiro passo é um exame de saliva.

— Avaliamos o nível dos hormônios. Quando o cortisol está muito elevado, pode provocar doenças periodontais e bruxismo. Já o estrogênio e a progesterona altos podem desencadear periodontite. Então, nós modulamos o paciente, e os mediadores químicos afetam o processo inflamatório, atuando sobre a dor — afirma.

Luciana recorre à estratégia quando o paciente, mesmo com consultas regulares e boa higiene, não apresenta os avanços esperados na parte clínica.

— Geralmente, esses problemas são provocados por estresse. Uma rotina de atividades físicas regulares e acompanhamento de psicólogo pode ajudar a manter as taxas reguladas — conclui.

A dramaturgia contribui muito para a inspiração dos pacientes, que chegam aos consultórios em busca de sorrisos perfeitos, com dentes branquinhos, como os dos atores que admiram, em suas telenovelas favoritas. Mas raramente o caminho percorrido é o esperado, o que pode tornar os resultados menos acessíveis. No consultório da dentista Aline Macedo, muitos pacientes chegam em busca de clareamento dental, sem saber que a solução adotada pelos artistas em tempos de televisores de alta definição, com imagens em 4K, é outra.

— Geralmente, eles utilizam uma técnica que já está bem difundida por aqui: as lentes de contato dentais, chamadas assim por causa da espessura: são muito finas, mas feitas em cerâmica. Além do efeito de deixar os dentes mais brancos, elas podem aumentar seu comprimento ou largura, preenchendo espaços e proporcionando a sensação de alinhamento que os pacientes tanto procuram — afirma.

Para ser encaixada, a lente de contato exige que o dentista desgaste um pouco o esmalte do dente, mas bem menos do que acontece quando se coloca uma faceta, utilizada em casos mais sérios, em que há comprometimento da coloração, como no caso de escurecimento de dentes que passaram por canal.

— As duas técnicas podem ser utilizadas no mesmo paciente, em dentes diferentes: o efeito é semelhante e ninguém saberia dizer o que foi feito em cada um — conclui.

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Também são cada vez menos invasivas as técnicas utilizadas para sanar ausências dentárias, seja com implantes ou restaurações feitas a partir do uso de tecnologia 3D. Sócio do laboratório de prótese e clínica radiológica Dentalbros, no condomínio O2, na Barra, o cirurgião-dentista Amauri Destri explica que já é possível fazer a análise da situação bucal, elaborar a prótese e colocá-la no mesmo dia.

— Nós oferecemos um co-working para cerca de 25 profissionais, e disponibilizamos todo o serviço para que o dentista possa fazer apenas a colocação do dente. Analisamos o espaço na boca e fresamos a prótese em pouquíssimo tempo, para colocação aqui ou envio para qualquer parte da cidade. A incisão necessária para isso é mínima, em uma cirurgia que dura, em média, de 15 a 20 minutos — afirma.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/novas-tecnicas-garantem-sorrisos-mais-bonitos-elevam-autoestima-21132645#ixzz4fCCQ3Uhb

Tomografia computadorizada

As fraturas dentárias são lesões que apresentam ruptura do tecido dentário caracterizada pela presença de uma linha de descontinuidade que pode apresentar-se em diversas orientações.1 As fraturas longitudinais podem ser classificadas em relação à sua localização, direção e sua extensão, que são classificadas em quatro tipos: 1) fratura de cúspide, que se inicia na cúspide e se estende até a região cervical, podendo atingir esmalte, dentina e polpa; 2) trinca dentária, iniciandose na coroa e se estendendo até a raiz; 3) fratura com separação dentária, em que há o envolvimento de todos os tecidos dentários e que se estende mais apicalmente; e 4) fratura radicular vertical, que ocorre apenas na raiz e apresenta menor grau de sinais e sintomas.2

O diagnóstico de fraturas radiculares é um grande desafio durante os exames iniciais, imediatamente após o trauma, já que os sintomas são variáveis e inespecíficos.3 Em decorrência dessa dificuldade de se obter o diagnóstico preciso, muitas vezes são lançados meios de visualização direta da linha de fratura, que pode ser realizada com a remoção da restauração, do núcleo e/ou guta-percha pela coroa ou pela raiz, com acesso cirúrgico, vista com o auxílio de microscópio óptico, de transiluminação, coloração ou introdução de uma cunha para a separação dos fragmentos. Entretanto, tais métodos são considerados invasivos.4,5 Outra forma de diagnóstico indicado seriam os exames por imagem, que são métodos de caráter não invasivo e frequentemente utilizados na prática clínica.5 A radiografia intrabucal convencional, por ser um dos métodos auxiliares mais acessíveis, é um dos mais usados.

Os achados radiográficos mais comuns são radiolucências apicais e laterais inespecíficas, especialmente quando os fragmentos estão justapostos e sem separação por edema ou tecido de granulação. No entanto, devido à sua natureza bidimensional, há sobreposição das estruturas adjacentes que interferem na visualização direta da linha de fratura, limitando a sensibilidade da técnica para a detecção desse tipo de patologia.

A análise é ainda prejudicada se a direção do feixe de raios X não estiver paralela ao plano de fratura. A presença de artefatos nas imagens, devido ao preenchimento de materiais radiopacos intrarradiculares, é outro fator que pode também mascarar a visualização.6,7 Com o advento da Tomografia Computadorizada por Feixe Cônico (TCFC) e softwares específicos para a odontologia, ferramentas avançadas para a manipulação das imagens estão à disposição para os cirurgiões-dentistas de todas as especialidades odontológicas. Imagens em terceira dimensão (3D), mensurações precisas, imagens sem distorção ou sobreposição e novos planos de visualização para facilitar o diagnóstico estão disponíveis no dia a dia da clínica odontológica.

A imagem gerada pelos tomógrafos de feixe cônico tem sido foco de inúmeros estudos para o seu melhor entendimento e utilização dos recursos.8 As aplicações das imagens geradas nos tomógrafos por feixe cônico dentro das especialidades odontológicas são inúmeras, aplicadas nas diversas áreas da odontologia, como: Implantodontia, Ortodontia, Cirurgia oral menor, Bucomaxilofacial, Periodontia, Endodontia, no estudo das estruturas ósseas das Articulações Temporomandibulares (ATM).9 Esse tipo de tecnologia permite a criação de protótipos, a realização de simulações cirúrgicas, análises cefalométricas e uma série de trabalhos sem a necessidade da presença física do paciente, oferecendo ao profissional a possibilidade de realizar um melhor diagnóstico, bem como selecionar a terapia mais indicada para o caso.10 Porém, apesar das múltiplas vantagens apresentadas pelas imagens adquiridas nos tomógrafos por feixe cônico, algumas limitações surgem frente aos estudos e à aplicação clínica das mesmas. Nesse aspecto, um problema seguidamente evidenciado é a formação de artefatos de imagem.

Tal problema surge devido a inúmeros fatores, como quilovoltagem e miliamperagem baixas utilizadas pelos tomógrafos por feixe cônico na aquisição das imagens, gerando uma maior quantidade de radiação dissipada frente a elementos de grande densidade, fazendo que, mesmo após a reconstrução das imagens básicas pelos softwares, onde se consegue filtrar alguns artefatos gerados, ainda apareçam alterações significativas que, em muitos casos, comprometem a qualidade diagnóstica do exame.

Além disso, problemas na regulagem do aparelho, movimentação do paciente durante a tomada tomográfica e limitações dos algoritmos usados na formação da imagem adquirida são fatores que influenciam e podem determinar alterações na imagem pela geração de artefatos.11,12,13 Este artigo propôs realizar uma revisão de literatura sobre a capacidade diagnóstica da tomografia computadorizada por feixe cônico para a detecção de fraturas radiculares e discutir a interferência dos artefatos de imagens que são gerados nos exames, no período de 2003 a 2015 nas bases de dado SciELO e Pudmed, empregando os descritores “Cone-Beam Computed Tomography (CBCT), endodontic, three-dimensional images”.

Foram encontradas 39 referências, selecionadas 27 e excluídas 12, utilizando como critérios de inclusão que estivessem na língua inglesa ou portuguesa e publicadas entre os anos de 2003 a 2015. Os critérios de exclusão foram: artigos publicados anteriores a 2003 e dissertações de graduação, mestrado ou doutorado.

Matéria completa: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/Fol/article/viewFile/2711/1739

O que é e para que serve a Ortodontia Lingual?

A ortodontia lingual é uma técnica que surgiu no final dos anos 70 em função de uma demanda cada vez maior pela procura por tratamentos ortodônticos sem o incomodo, e o visual metálico, dos indiscretos aparelhos tradicionais.

“A procura de adultos por um tratamento ortodôntico aumentou muito nos últimos anos, mas agora eles querem algo que não seja percebido pelas pessoas. Tanto é que, mesmo quando os braquetes são instalados na face da frente, junto aos lábios, atualmente há uma preferência pelos transparentes, ou seja, os mais discretos”, diz Marcelo Marigo, Doutor em Ortodontia e Ortopedia Facial pela UNICAMP e praticante da técnica da Ortodontia Lingual desde 1998.

Estética e rapidez!
Embora a estética seja a principal vantagem desse tipo de tratamento, pois você pode tratar seu sorriso sem que ninguém saiba disso, a ortodontia Lingual ainda traz mais benefícios.

“Dependendo da direção das forças aplicadas nos dentes, a técnica obtém resultados mais eficientes e em tempos mais curtos”, diz o especialista.

Há também outra vantagem. Vamos imaginar uma situação em que você está fora de casa e resolve comer um salgado qualquer. Como ficaria o seu aparelho se ele estivesse no lado de fora dos dentes? Certamente você teria que correr para o banheiro e sacar seu kit higiene imediatamente antes de falar com qualquer pessoa. Com o aparelho do lado lingual isso poderia aguardar mais algum tempo sem grandes crises.

Alto custo
Para Marcelo, a grande desvantagem da técnica é seu preço. “Há ainda fases laboratoriais e custos do aparelho propriamente dito que demandam um trabalho que faz com que seu preço se eleve”, diz o especialista.

Mas, segundo ele, há outro fator que também é responsável por seu preço elevado. “Há a necessidade de especialistas muito bem preparados para adotar a técnica em sua prática. É uma técnica que exige mais habilidades, mais conhecimento e mais treinamentos específicos. Não cabem aventureiros em sua prática”, diz Marcelo.

Alias, o especialista faz questão de ressaltar outra questão: “O tratamento ortodôntico lingual é indicado para todo e qualquer tipo de má oclusão. Aqueles que divulgam sua indicação específica é porque não estão preparados para a prática de uma alternativa incomparável para a terapia ortodôntica estética”, diz o dentista.

Adaptação complicada?
Há quem aponte a adaptação à esse tipo de aparelho como outro ponto negativo do tratamento, pois, uma vez que os braquetes ficam em contato direto com o língua, a fala pode ficar prejudicada e as lesões na língua podem ser bastante desconfortáveis.

No entanto, Marcelo acredita que essa visão é um pouco ultrapassada, pois os aparelhos de hoje estão mais modernos e menos agressivos, embora ele concorde que a fala possa realmente ficar um pouco comprometido nos primeiros dias.

“As dores ou lesões que podem surgir com o aparelho lingual são sanadas como nos aparelhos tradicionais, com a indicação de alguma medicação se houver dores (mais comuns nos primeiros 3 a 5 dias de sua ativação). Se houverem lesões, o ortodontista deve ser comunicado imediatamente para que resolva o problema, pois certamente existirá alguma anormalidade no aparelho, já que ele, em um estado normal, não pode e não deve lecionar nada”, diz o ortodontista.

Higienização mais simples
A higienização do aparelho lingual, por incrível que pareça, é mais simples e mais eficiente que o tradicional. “O fio dental é mais facilmente utilizado na técnica lingual, pois, não há a necessidade de passa-lo por debaixo do fio, já que o aparelho é colado mais próximo à gengiva. Também podemos contar com a auto-limpeza através da saliva (que é mais intensa na parte lingual) e da própria língua”, diz Marcelo.

Fonte: https://saude.terra.com.br/

Ortodontia do futuro: da ficção à realidade

Em 30 anos, a World Federation of Orthodontists (WFO) terá estabelecido orientações para o conteúdo programático de cursos de pós-graduação em Ortodontia de todo o mundo. O número de cursos com baixa carga horária, nos países com maior desenvolvimento da educação, terá caído dramaticamente. Nesses países, os cursos tenderão a ter duração de 2 a 3 anos em tempo integral. Entidades como o Board Brasileiro de Ortodontia e o Board Americano de Ortodontia serão fundamentais no processo de checagem da qualidade dos profissionais formados. A comunidade ortodôntica se tornará mais global. Aulas interativas serão assistidas simultaneamente por alunos espalhados pelo globo.

Uma maior capacitação em informática será fundamental para a prática da especialidade. Modelos de estudo serão digitais, não apenas para acelerar o processo de confecção e análise, mas também porque os custos de armazenamento dos modelos de gesso se tornarão exorbitantemente altos nas principais cidades do mundo. Impressoras tridimensionais serão utilizadas sempre e quando modelos físicos forem necessários. Mas existirão outras razões para o aprofundamento em informática.

Métodos de sobreposição de imagens tridimensionais serão rotineiros. Os alunos de Ortodontia terão acesso a artigos com melhor desenho e a evidência científica tomará mais corpo. Como uma das consequências, racionalizaremos o uso dos raios X nos exames de imagem.

Os avanços tecnológicos permitirão individualizações de tratamento com mais facilidade e, consequentemente, será possível atender mais pessoas em menos tempo, com alto nível de excelência. Isso implicará em maior acesso ao tratamento pela população. Também levará a ajustes óbvios. Países, como o Brasil, que já contam com mais cirurgiões-dentistas do que requerem as necessidades de saúde bucal, terão encolhido o tamanho do sistema educacional odontológico.

A prática clínica ortodôntica sofrerá mudanças também. A informática se inserirá dentro do atendimento ao paciente, auxiliando o fluxo de trabalho. Sistemas de controle dos movimentos dentários alertarão o ortodontista sempre que ele se distanciar dos objetivos do tratamento ou demorar para tomar as medidas terapêuticas necessárias. Os pacientes, por sua vez, serão mais interativos com o tratamento, tomando decisões ainda mais esclarecidas sobre o que será feito neles.

Todos os aspectos aqui discutidos conduzirão a um único ponto: a Ortodontia aumentará a qualidade da assistência prestada e o impacto positivo na vida da população global.

Muitos talvez estejam se perguntando, nesse momento, qual a relação dessa ficção com a Ortodontia atual. A resposta é que ela é total. É claro que resenhei apenas um possível cenário futuro, entretanto, a imagem criada já está sendo desenhada nesse momento e o mais preocupante disso é que muitos jovens profissionais não estão atentos para esse fato.

Modelos digitais já são uma realidade tangível a preços acessíveis. Além disso, profissionais estão incorporando-os à rotina clínica, realizando set-ups virtuais e incrementando suas aulas e apresentações para pacientes. Métodos como o apresentado por Motta et al., no presente número do jornal, para a sobreposição de imagens tomográficas são parte de uma tecnologia disponível a todos os interessados por ela.

O movimento de busca por uma Odontologia baseada em evidências é irreversível, bem como o é a necessidade de uma formação sólida para gerar bons profissionais. Jovens cirurgiões-dentistas, recém-egressos das escolas de Odontologia, deveriam se candidatar a cursos de pós-graduação com elevada carga horária e que forneçam a eles a base sólida necessária para entrar com a cabeça ereta no mercado de trabalho. Essas verdades podem ser constatadas nas afirmações contidas na entrevista apresentada nesse número. Nosso entrevistado, o Dr. Turpin, editor-chefe do American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, ainda ressalta a relevância dos Boards de Ortodontia para o reconhecimento público de um profissional como alguém bem-sucedido.

Dessa forma, em sintonia com Asimov, as previsões que fiz não são de algo que vai ocorrer, mas daquilo que pode ocorrer. Qualquer que seja o futuro, o preparo para ele está na busca por boa formação e boa educação continuada. Jovens ortodontistas, preparem-se para ele buscando a excelência em sua formação, pois vocês são os personagens dessa ficção.

fonte: Dental Press J. Orthod. vol.15 no.2 Maringá Mar./Apr. 2010

Braquetes autoligáveis – futuro da Ortodontia?

O interesse em se corrigir uma má posição dentária esteve presente mesmo antes da era Angle. Este interesse veio sempre associado a novas invenções tecnológicas. Kingsley (1825-1896) desenvolveu a tração occipital e o plano inclinado. Farrar (1839-1913) já desenvolvia um interesse mais aguçado pela biologia da movimentação dentária e pelo estudo da mecânica dos movimentos. Da mesma forma, desenvolveu dispositivos para a correção de rotações dentárias e expansão da maxila com parafuso expansor.

Angle (1855-1930) não só contribuiu para a Ortodontia como ciência, mas patenteou inúmeros aparelhos ortodônticos (Fig. 1), a iniciar pelo arco-E (1900), depois pelo aparelho pino e tubo (1910), arco de cinta (1916) e culminando com o modelo final do aparelho Edgewise, em 19261 .

Desta forma, a Ortodontia como especialidade evoluiu muito, cientificamente, e esteve sempre associada a uma constante procura por inovações tecnológicas que viessem a viabilizar o avanço da ciência. Com os anos, o empirismo inicial foi sendo substituído por fundamentos que hoje se difundem em nossos conhecimentos sobre a Ortodontia. Nestes últimos 10 anos, pode-se observar uma proliferação de aparelhos pré-ajustados com tecnologia de dispositivos autoligáveis.

Segundo os seus idealizadores, quando associados ao uso de fios superelásticos com formato mais expansivo, permitem ao profissional a obtenção de excelentes resultados, sem a necessidade de extração de pré- molares, além de propiciarem uma força “fisiológica” leve e contínua para movimentação dentária, gerando baixo nível de atrito e resultando em um tratamento finalizado em um menor período de tempo. Apesar do seu uso ser relativamente recente, os braquetes autoligáveis não são novidade na Ortodontia, tendo sido descrito pela primeira vez por Stolzenberg, em 193511. Hoje, ganharam enorme popularidade em todo o mundo, pois, na era digital, as “novidades” são transmitidas muito mais rapidamente.

Toda uma filosofia de tratamento em Odontologia deveria estar alicerçada em evidências cientí- ficas, como vem acontecendo desde os primórdios da Ortodontia6 . Entretanto, atualmente, por força de uma campanha de marketing agressiva por parte dos fabricantes, tem-se observado a indicação de um novo tipo de braquete – autoligáveis, associados a fios ortodônticos de formato mais expansivo – para todos os indivíduos, independente do padrão facial ou tipo de má oclusão.

Em apinhamentos severos, por exemplo, a sua indicação iria resultar na expansão dos arcos, no aumento da inclinação vestibular dos incisivos, de forma a alinhar e nivelar todos os dentes no arco, em detrimento de um diagnóstico e plano de tratamento adequados, e, certamente, num prognóstico de estabilidade duvidoso. Por este motivo, não se pode condenar a total utilização dos braquetes autoligáveis com arcos expansivos. Nos tradicionais estudos sobre estabilidade do tratamento ortodôntico realizados na Universidade de Washington, Little8 não encontraram diferenças significativas no grau de recidiva com ou sem a extração de pré-molares. Inicialmente, a ênfase do tratamento ortodôntico estava apenas nos componentes dentários e esqueléticos da má oclusão. Hoje, tem-se uma preocupação muito maior com a estética facial do indivíduo, o que está refletindo numa tendência a uma filosofia de tratamento mais expansionista e sem extração.

Por este motivo, a utilização de braquetes autoligáveis associados a fios superelásticos expansivos de alta tecnologia tem ganho grande popularidade.

Entretanto, não podemos generalizar o seu uso para todos os pacientes, independente do grau de apinhamento, em detrimento da estabilidade pósortodôntica. A quantidade de expansão transversal que pode ocorrer nestes casos tem levantado algumas dúvidas, devido ao risco de induzir danos iatrogênicos aos tecidos periodontais na forma de recessões gengivais e deiscências na cortical óssea que poderiam, em longo prazo, comprometer o prognóstico do tratamento9,10. Na cavidade bucal, os dentes se encontram em um estado de equilíbrio. Embora o ortodontista promova alterações nas posições dentárias durante o tratamento, o problema é estimar que quantidade de alteração permanecerá estável por um longo período de tempo.

Um estudo clínico prospectivo randomizado em adolescentes com grau de apinhamento moderado foi realizado na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, por Carlsson e Thorgeirsson , com o objetivo de avaliar o grau de movimentação transversal dos dentes superiores, as alterações na inclinação dentária e a quantidade de tecido ósseo nos segmentos laterais após o tratamento com um sistema de braquetes autoligáveis passivo e ativo. O desenvolvimento da tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) aplicada a estes casos permite obter a análise tridimensional das alterações do osso alveolar em uma amostra relativamente grande, o que seria impensável anteriormente, por razoes éticas.

Os resultados demonstram haver redução na quantidade de osso alveolar por vestibular após o tratamento, embora em nenhum caso tenham sido observadas deiscências ósseas. A quantidade de expansão mais acentuada foi detectada na região de pré-molares, seguida por caninos e em menor magnitude nos molares. Embora estes resultados pareçam promissores quanto ao uso do sistema de braquetes autoligáveis, ressalta-se que foram tratados apenas adolescentes com má oclusão de Classe I e II, com moderado grau de apinhamento.

A estabilidade destes casos será objetivo de pesquisa futura. Há necessidade de novos estudos para avaliar o efeito desta expansão promovida pela técnica dos braquetes autoligáveis com arcos expansivos14. A falta de mais evidências científicas não nos permite apenas contemplar os resultados estéticos. A Ortodontia como ciência tem a sua história. Não se pode permitir que haja a substituição dos princípios fundamentais que são inerentes a esta história pelo modismo atual de uma nova técnica. É preciso se preocupar…

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/dpress/v13n6/02.pdf

Mitos e verdades sobre halitose

Constrangimento e insegurança são algumas características de pessoas que sofrem com um sintoma conhecido popularmente, como “bafo”. Segundo dados da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), 30% da população, ou seja, aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem com este tipo de problema e as causas podem ser diversas, desde doenças como diabetes, até higiene bucal precária e estresse.

 

Hugo Rosin, diretor executivo da DVI Radiologia Odontológica aponta quais são os mitos e verdades mais comuns, esclarecendo algumas dúvidas bastante corriqueiras sobre a halitose:

 

  1. O mau hálito vem do estômago?

Mito. A crença popular que halitose está ligada a problemas vindos do estômago, tem origem, através do pensamento que as pessoas desenvolvem o problema devido à ingestão de alimentos que alteram o hálito ou pelo jejum prolongado que desencadeia seu aparecimento. A halitose vinda do estômago é uma condição bem rara na verdade, apenas 1% dos casos vem de problemas estomacais.

 

  1. Toda pessoa que tem halitose tem higiene bucal ruim.

Mito. Embora a falta de higiene bucal seja uma das causas, o que ocorre é o contrário, uma vez que os pacientes que conhecem o problema têm tanto ou mais cuidado para tentar deixar o hálito sob controle.

 

  1. Soprar entre as mãos e sentir o cheiro ou cheirar o fio dental após o uso são ações que ajudam a identificar uma possível halitose.

Mito. Se a pessoa tentar sentir seu o próprio hálito, fazendo o formato de uma concha com suas mãos em torno da sua boca e nariz, expirando e cheirando, na maioria dos casos, irá sentir o próprio cheiro das mãos.  A explicação é a chamada fadiga olfatória, uma característica que impede as pessoas que possuem mau hálito de identificar o problema, ou seja, nosso olfato se acostuma com determinados odores, fazendo com que eles passem despercebidos pelo nariz.

 

  1. Existem diferentes tipos de halitose.

Verdade. Existem quatro tipos de problemas que podem desencadear o mau hálito:

  • Esporádica, que é passageira e aparece, por exemplo, ao acordar ou ficar muito tempo em jejum;
  • Crônica, que apresenta um maior tempo presente no paciente. O problema tem maior incidência nos idosos, devido à grande quantidade de remédios que são ingeridos, que afetam a produção de saliva, causando o mau hálito;
  • Fisiológica, caracterizada pela falta de higiene bucal, estando algumas vezes relacionada a sintomas de depressão;
  • Patológica, causada pela doença periodontal inflamatória crônica, que exige tratamento dentário e instrução de higiene bucal para eliminar o problema.

 

  1. É possível medir a intensidade do hálito?

Verdade. Os consultórios odontológicos podem realizar essa medição utilizando aparelhos, como Halimeter e OralChroma, que são desenvolvidos para diagnosticar a halitose.  O dispositivo detecta a intensidade da halitose (esporádica, crônica, fisiológica ou patológica), além de possíveis causas como higiene bucal deficiente e saburra lingual, aquela camada esbranquiçada na língua.

 

  1. Algumas pessoas podem apresentar halitofobia, medo de sofrer de mau hálito.

Verdade. As pessoas que sofrem do problema, normalmente, não possuem nenhum histórico ou problema relacionado à halitose. Mas esse medo exagerado pode ser desencadeado após um episódio esporádico de mau hálito. A partir disso, o indivíduo acha que convive com o problema. Em casos mais graves, o paciente chega a ficar tão paranoico que pode ficar agressivo, além de desenvolver depressão e bipolaridade. Nessa situação, é aconselhável procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

 

  1. Balas e chicletes disfarçam o mau hálito.

Mito. Essas guloseimas liberam odores e sabores que atuam como uma medida paliativa contra o mau hálito, que depois de dispersos, não tem mais função. Além disso, o açúcar existente nesses produtos pode agravar o problema, já que serve como “alimento” para a proliferação de micro-organismos presentes na boca.

 

  1. A Halitose é hereditária.

Mito. O que acontece é que algumas doenças que provocam halitose têm um caráter hereditário envolvido na sua manifestação, como o diabetes, por exemplo, e são elas que, de fato, acabam desencadeando o problema.

 

  1. Estresse pode causar halitose.

Verdade. Uma rotina estressante provoca uma redução na salivação, o que pode acarretar no surgimento de placa bacteriana, mais conhecida como saburra, causador do mau hálito. Em muitos casos, por conta do cotidiano turbulento, os pacientes têm uma alimentação desregulada, permanecendo intervalos muito longos sem comer nada, o que pode agravar o problema.

  1. A Halitose tem cura.

Verdade. Porém, para tratar a enfermidade é preciso entender o caso em questão, pois é muito comum existirem causas associadas à saúde do paciente como um todo. O aspecto emocional, por exemplo, tem muita influência, ou enfermidades, como a hipoglicemia, baixo nível de açúcar no sangue, que potencializam a alteração no odor do hálito. Portanto, não é possível tratar a halitose isoladamente, mas sim atuar nas causas que desencadeiam o problema.

 

 

Como é a recuperação pós-extração do siso?

Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista como um pesadelo. E não precisar ser.
Chegou a hora de tirar o siso. Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista pela maioria das pessoas como um pesadelo. E não precisa ser. De fato, a cirurgia é importante e necessita de cuidados, mas não é motivo para apavoramento.
Por isso, tenha em mente que:
1 – Escolha um cirurgião-dentista de confiança: é essencial que você estabeleça um relacionamento de confiança com o seu cirurgião-dentista e que tire todas as suas dúvidas antes da cirurgia acontecer. Não tenha receio de perguntar o que você não sabe.
2 – Inchaços e hematomas são normais: por exigir, em muitos casos, uma anestesia local, é normal que apareçam inchaços na face e pescoço, além de hematomas. Bolsas de gelo e remédios prescritos pelo seu dentista o ajudarão com isso.
3 – Não falte às consultas de acompanhamento: durante a recuperação da pós-extração, você precisará comparecer a algumas consultas de acompanhamento, fundamentais para a sua melhora completa.
4 – A alimentação do pós-operatório precisa ser leve: não é indicado o consumo de comidas quentes durante o seu período de recuperação, pois podem causar infecções. Invistam em comidas frias ou sobremesas como gelatina, sorvete ou milkshakes. No caso de bebidas, evite toma-las com canudo.
5 – É proibido fumar: se você é fumante, vai precisar parar pelo menos durante o período do pós-operatório. Quem sabe nesse momento você também não encontra uma motivação para parar imediatamente? O cigarro pode causar sérios danos a sua saúde bucal.

Os benefícios da lente de contato dental

O tratamento vem ganhando atenção no universo odontológico pela rapidez de aplicação e baixa manutenção.
Diante do sucesso que vem ganhando no universo odontológico, você já ouviu, em algum momento, falarem na lente de contato dental, certo?
Com a correria do dia-a-dia, a rapidez do tratamento, a alta longevidade e a baixa manutenção são benefícios que acabam gerando um atrativo maior para as lentes de contato dentais. Mas estes não são as únicas qualidades quando o assunto é esse.
Com uma higiene bucal adequada, onde se faz um bom uso do fio dental, uma boa escovação e bochechos, a duração média de uma lente de contato dental varia de 10 a 15 anos. Também é bom abdicar de “vícios” como o costume de roer unhas, abrir embalagens com os dentes, etc.
O tratamento também vem sendo utilizado com intuito de corrigir leves desalinhamentos dentários, o que descartará o uso de aparelhos ortodônticos, algo que para alguns é um pesadelo, ou até mesmo minimizando o tempo de utilização. Mas cabe ressaltar aqui que o tratamento só surte efeito para problemas leves de alinhamento.
Quando a lente de contato é fixada no dente, ela ganha muita resistência, o que traz consigo um outro grande benefício: o desgaste mínimo, ou quase nenhum, dos dentes naturais. Ao contrário do que se imagina, as lentes de contato não são colocadas em todos os dentes, apenas naqueles que estão visíveis no sorriso.
A higiene bucal diária é imprescindível, pois a utilização das lentes não garante que você não terá cáries. Portanto, nada de esquecer de escovar os dentes antes de dormir, hein?

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