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Mitos e verdades sobre halitose

Constrangimento e insegurança são algumas características de pessoas que sofrem com um sintoma conhecido popularmente, como “bafo”. Segundo dados da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), 30% da população, ou seja, aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem com este tipo de problema e as causas podem ser diversas, desde doenças como diabetes, até higiene bucal precária e estresse.

 

Hugo Rosin, diretor executivo da DVI Radiologia Odontológica aponta quais são os mitos e verdades mais comuns, esclarecendo algumas dúvidas bastante corriqueiras sobre a halitose:

 

  1. O mau hálito vem do estômago?

Mito. A crença popular que halitose está ligada a problemas vindos do estômago, tem origem, através do pensamento que as pessoas desenvolvem o problema devido à ingestão de alimentos que alteram o hálito ou pelo jejum prolongado que desencadeia seu aparecimento. A halitose vinda do estômago é uma condição bem rara na verdade, apenas 1% dos casos vem de problemas estomacais.

 

  1. Toda pessoa que tem halitose tem higiene bucal ruim.

Mito. Embora a falta de higiene bucal seja uma das causas, o que ocorre é o contrário, uma vez que os pacientes que conhecem o problema têm tanto ou mais cuidado para tentar deixar o hálito sob controle.

 

  1. Soprar entre as mãos e sentir o cheiro ou cheirar o fio dental após o uso são ações que ajudam a identificar uma possível halitose.

Mito. Se a pessoa tentar sentir seu o próprio hálito, fazendo o formato de uma concha com suas mãos em torno da sua boca e nariz, expirando e cheirando, na maioria dos casos, irá sentir o próprio cheiro das mãos.  A explicação é a chamada fadiga olfatória, uma característica que impede as pessoas que possuem mau hálito de identificar o problema, ou seja, nosso olfato se acostuma com determinados odores, fazendo com que eles passem despercebidos pelo nariz.

 

  1. Existem diferentes tipos de halitose.

Verdade. Existem quatro tipos de problemas que podem desencadear o mau hálito:

  • Esporádica, que é passageira e aparece, por exemplo, ao acordar ou ficar muito tempo em jejum;
  • Crônica, que apresenta um maior tempo presente no paciente. O problema tem maior incidência nos idosos, devido à grande quantidade de remédios que são ingeridos, que afetam a produção de saliva, causando o mau hálito;
  • Fisiológica, caracterizada pela falta de higiene bucal, estando algumas vezes relacionada a sintomas de depressão;
  • Patológica, causada pela doença periodontal inflamatória crônica, que exige tratamento dentário e instrução de higiene bucal para eliminar o problema.

 

  1. É possível medir a intensidade do hálito?

Verdade. Os consultórios odontológicos podem realizar essa medição utilizando aparelhos, como Halimeter e OralChroma, que são desenvolvidos para diagnosticar a halitose.  O dispositivo detecta a intensidade da halitose (esporádica, crônica, fisiológica ou patológica), além de possíveis causas como higiene bucal deficiente e saburra lingual, aquela camada esbranquiçada na língua.

 

  1. Algumas pessoas podem apresentar halitofobia, medo de sofrer de mau hálito.

Verdade. As pessoas que sofrem do problema, normalmente, não possuem nenhum histórico ou problema relacionado à halitose. Mas esse medo exagerado pode ser desencadeado após um episódio esporádico de mau hálito. A partir disso, o indivíduo acha que convive com o problema. Em casos mais graves, o paciente chega a ficar tão paranoico que pode ficar agressivo, além de desenvolver depressão e bipolaridade. Nessa situação, é aconselhável procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

 

  1. Balas e chicletes disfarçam o mau hálito.

Mito. Essas guloseimas liberam odores e sabores que atuam como uma medida paliativa contra o mau hálito, que depois de dispersos, não tem mais função. Além disso, o açúcar existente nesses produtos pode agravar o problema, já que serve como “alimento” para a proliferação de micro-organismos presentes na boca.

 

  1. A Halitose é hereditária.

Mito. O que acontece é que algumas doenças que provocam halitose têm um caráter hereditário envolvido na sua manifestação, como o diabetes, por exemplo, e são elas que, de fato, acabam desencadeando o problema.

 

  1. Estresse pode causar halitose.

Verdade. Uma rotina estressante provoca uma redução na salivação, o que pode acarretar no surgimento de placa bacteriana, mais conhecida como saburra, causador do mau hálito. Em muitos casos, por conta do cotidiano turbulento, os pacientes têm uma alimentação desregulada, permanecendo intervalos muito longos sem comer nada, o que pode agravar o problema.

  1. A Halitose tem cura.

Verdade. Porém, para tratar a enfermidade é preciso entender o caso em questão, pois é muito comum existirem causas associadas à saúde do paciente como um todo. O aspecto emocional, por exemplo, tem muita influência, ou enfermidades, como a hipoglicemia, baixo nível de açúcar no sangue, que potencializam a alteração no odor do hálito. Portanto, não é possível tratar a halitose isoladamente, mas sim atuar nas causas que desencadeiam o problema.

 

 

Como é a recuperação pós-extração do siso?

Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista como um pesadelo. E não precisar ser.
Chegou a hora de tirar o siso. Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista pela maioria das pessoas como um pesadelo. E não precisa ser. De fato, a cirurgia é importante e necessita de cuidados, mas não é motivo para apavoramento.
Por isso, tenha em mente que:
1 – Escolha um cirurgião-dentista de confiança: é essencial que você estabeleça um relacionamento de confiança com o seu cirurgião-dentista e que tire todas as suas dúvidas antes da cirurgia acontecer. Não tenha receio de perguntar o que você não sabe.
2 – Inchaços e hematomas são normais: por exigir, em muitos casos, uma anestesia local, é normal que apareçam inchaços na face e pescoço, além de hematomas. Bolsas de gelo e remédios prescritos pelo seu dentista o ajudarão com isso.
3 – Não falte às consultas de acompanhamento: durante a recuperação da pós-extração, você precisará comparecer a algumas consultas de acompanhamento, fundamentais para a sua melhora completa.
4 – A alimentação do pós-operatório precisa ser leve: não é indicado o consumo de comidas quentes durante o seu período de recuperação, pois podem causar infecções. Invistam em comidas frias ou sobremesas como gelatina, sorvete ou milkshakes. No caso de bebidas, evite toma-las com canudo.
5 – É proibido fumar: se você é fumante, vai precisar parar pelo menos durante o período do pós-operatório. Quem sabe nesse momento você também não encontra uma motivação para parar imediatamente? O cigarro pode causar sérios danos a sua saúde bucal.

Exames radiológicos odontológicos auxiliam no diagnóstico de possíveis tumores ósseos

Desde o advento da tomografia computadorizada e da radiologia digital, a precisão dos exames radiológicos odontológicos aumentou sensivelmente e inúmeros benefícios foram incorporados para os tratamentos ligados à saúde bucal, tanto para os pacientes, oferecendo um tratamento mais rápido, seguro e confortável, como para o cirurgião-dentista, permitindo a visualização de determinadas regiões por diversos ângulos. Esses laudos passaram a ser imprescindíveis para diagnósticos e planejamentos de implantes e cirurgias de média ou alta complexidade, assim como na busca por lesões cancerígenas em regiões da boca.


Como não é de praxe que pacientes de consultórios odontológicos solicitem exames de imagem exclusivamente como uma ação preventiva ao aparecimento de câncer na região bucal, o diagnóstico da doença acaba sendo feito pelo próprio cirurgião dentista, durante tratamentos de rotina, como cirurgia de implante, restaurações ou tratamentos de canal. “A doença geralmente é diagnosticada por um cirurgião-dentista. Será através do seu conhecimento sobre anatomia normal das estruturas dos maxilares, que ele poderá diferenciar quais estruturas do paciente apresentam caráter anormal e quais não. Dessa forma, será possível indicar o tipo de o tipo de exame a ser realizado para melhor investigação da lesão, doença ou câncer encontrados e também a sua localização”, informa Hugo Rosin, diretor executivo da DVI Radiologia.


Os exames radiológicos odontológicos em si conseguem identificar os tumores cancerígenos presentes no tecido ósseo, mas, através do exame clínico intra e extra oral, também é possível identificar outros tumores, como explica o diretor executivo da DVI. “O cirurgião-dentista tem condição de diagnosticar tumores de tecidos moles dentro e fora da boca, na região de nariz ou lábios, durante uma consulta, por exemplo, devendo fazer o encaminhamento a um profissional especialista para condução do tratamento.”


Além do exame radiológico convencional, a tomografia computadorizada também é uma aliada no processo de diagnóstico. “A tomografia é o exame mais indicado para localizar lesões cancerígenas em tecidos duros na região buco-maxilo-facial”, afirma Rosin. Também é recomendado que o profissional que estiver cuidando do tratamento solicite, caso necessário, uma biópsia e um exame histopatológico posterior, que nada mais é do que uma análise microscópica dos tipos de células encontradas na lesão, para distinguir e orientar o paciente sobre o diagnóstico de lesão benigna ou maligna.


Caso alguma patologia seja identificada, o paciente deve ser encaminhado a um especialista com habilitação para condução do tratamento, que pode ser um cirurgião buco-maxilo-facial, cirurgião de cabeça e pescoço, otorrinolaringologista ou oncologista. “Quando o diagnóstico é realizado precocemente, as chances de cura são significativamente mais altas”, finaliza Rosin.


Fonte: SEGS Portal Nacional

Mitos e verdades sobre halitose

Constrangimento e insegurança são algumas características de pessoas que sofrem com um sintoma conhecido popularmente, como “bafo”. Segundo dados da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), 30% da população, ou seja, aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem com este tipo de problema e as causas podem ser diversas, desde doenças como diabetes, até higiene bucal precária e estresse.

 

Hugo Rosin, diretor executivo da DVI Radiologia Odontológica aponta quais são os mitos e verdades mais comuns, esclarecendo algumas dúvidas bastante corriqueiras sobre a halitose:

 

  1. O mau hálito vem do estômago?

Mito. A crença popular que halitose está ligada a problemas vindos do estômago, tem origem, através do pensamento que as pessoas desenvolvem o problema devido à ingestão de alimentos que alteram o hálito ou pelo jejum prolongado que desencadeia seu aparecimento. A halitose vinda do estômago é uma condição bem rara na verdade, apenas 1% dos casos vem de problemas estomacais.

 

  1. Toda pessoa que tem halitose tem higiene bucal ruim.

Mito. Embora a falta de higiene bucal seja uma das causas, o que ocorre é o contrário, uma vez que os pacientes que conhecem o problema têm tanto ou mais cuidado para tentar deixar o hálito sob controle.

 

  1. Soprar entre as mãos e sentir o cheiro ou cheirar o fio dental após o uso são ações que ajudam a identificar uma possível halitose.

Mito. Se a pessoa tentar sentir seu o próprio hálito, fazendo o formato de uma concha com suas mãos em torno da sua boca e nariz, expirando e cheirando, na maioria dos casos, irá sentir o próprio cheiro das mãos.  A explicação é a chamada fadiga olfatória, uma característica que impede as pessoas que possuem mau hálito de identificar o problema, ou seja, nosso olfato se acostuma com determinados odores, fazendo com que eles passem despercebidos pelo nariz.

 

  1. Existem diferentes tipos de halitose.

Verdade. Existem quatro tipos de problemas que podem desencadear o mau hálito:

  • Esporádica, que é passageira e aparece, por exemplo, ao acordar ou ficar muito tempo em jejum;
  • Crônica, que apresenta um maior tempo presente no paciente. O problema tem maior incidência nos idosos, devido à grande quantidade de remédios que são ingeridos, que afetam a produção de saliva, causando o mau hálito;
  • Fisiológica, caracterizada pela falta de higiene bucal, estando algumas vezes relacionada a sintomas de depressão;
  • Patológica, causada pela doença periodontal inflamatória crônica, que exige tratamento dentário e instrução de higiene bucal para eliminar o problema.

 

  1. É possível medir a intensidade do hálito?

Verdade. Os consultórios odontológicos podem realizar essa medição utilizando aparelhos, como Halimeter e OralChroma, que são desenvolvidos para diagnosticar a halitose.  O dispositivo detecta a intensidade da halitose (esporádica, crônica, fisiológica ou patológica), além de possíveis causas como higiene bucal deficiente e saburra lingual, aquela camada esbranquiçada na língua.

 

  1. Algumas pessoas podem apresentar halitofobia, medo de sofrer de mau hálito.

Verdade. As pessoas que sofrem do problema, normalmente, não possuem nenhum histórico ou problema relacionado à halitose. Mas esse medo exagerado pode ser desencadeado após um episódio esporádico de mau hálito. A partir disso, o indivíduo acha que convive com o problema. Em casos mais graves, o paciente chega a ficar tão paranoico que pode ficar agressivo, além de desenvolver depressão e bipolaridade. Nessa situação, é aconselhável procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

 

  1. Balas e chicletes disfarçam o mau hálito.

Mito. Essas guloseimas liberam odores e sabores que atuam como uma medida paliativa contra o mau hálito, que depois de dispersos, não tem mais função. Além disso, o açúcar existente nesses produtos pode agravar o problema, já que serve como “alimento” para a proliferação de micro-organismos presentes na boca.

 

  1. A Halitose é hereditária.

Mito. O que acontece é que algumas doenças que provocam halitose têm um caráter hereditário envolvido na sua manifestação, como o diabetes, por exemplo, e são elas que, de fato, acabam desencadeando o problema.

 

  1. Estresse pode causar halitose.

Verdade. Uma rotina estressante provoca uma redução na salivação, o que pode acarretar no surgimento de placa bacteriana, mais conhecida como saburra, causador do mau hálito. Em muitos casos, por conta do cotidiano turbulento, os pacientes têm uma alimentação desregulada, permanecendo intervalos muito longos sem comer nada, o que pode agravar o problema.

  1. A Halitose tem cura.

Verdade. Porém, para tratar a enfermidade é preciso entender o caso em questão, pois é muito comum existirem causas associadas à saúde do paciente como um todo. O aspecto emocional, por exemplo, tem muita influência, ou enfermidades, como a hipoglicemia, baixo nível de açúcar no sangue, que potencializam a alteração no odor do hálito. Portanto, não é possível tratar a halitose isoladamente, mas sim atuar nas causas que desencadeiam o problema.

 

 

A importância do fio dental no seu dia-a-dia

Por que os dentistas precisam de atenção quando exaltam a importância do fio dental aos seus pacientes?

 

Desde que aprendemos sobre a saúde bucal, quando ainda éramos muito pequenos, dentistas sempre exaltaram a importância do uso do fio dental no dia-a-dia. Quando questionados se a “escovação diária não basta”, a resposta é a mesma: “não”.

 

E você sabe por quê?

Há lugares na nossa boca que são inatingíveis com a escova dental e que são de fácil acesso quando utilizamos o fio dental.

 

O que vai mudar no meu cotidiano com o fio dental?

Além de poder eliminar resíduos que não atingíveis com a escova, o fio dental também diminuirá consideravelmente o sangramento na área gengival, melhorando dessa forma a saúde da mesma.

 

É melhor utilizar o fio dental antes ou depois da escovação?

Para uma higienização mais completa, o ideal é utilizá-lo antes da escovação, já que primeiro você removerá os resíduos que ficam entre os dentes, para depois reforçar a saída deles com a escovação. Para finalizar, indica-se o bochecho.

 

O uso do fio dental poderá garantir a minha saúde bucal?

Sim, claro. Com uma higiene bucal adequada, não apenas com a utilização do fio dental, você conservará a força dos seus dentes e não correrá o risco de, por exemplo, ser obrigado a utilizar dentadura no futuro.

 

Não importa se você ainda não tem o hábito de utilizar o fio dental, quando ainda era criança ou adolescente. Nunca é tarde para cuidar da sua saúde bucal!

Como é a recuperação pós-extração do siso?

Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista como um pesadelo. E não precisar ser.
Chegou a hora de tirar o siso. Embora seja algo muito comum, a retirada do terceiro molar é vista pela maioria das pessoas como um pesadelo. E não precisa ser. De fato, a cirurgia é importante e necessita de cuidados, mas não é motivo para apavoramento.
Por isso, tenha em mente que:
1 – Escolha um cirurgião-dentista de confiança: é essencial que você estabeleça um relacionamento de confiança com o seu cirurgião-dentista e que tire todas as suas dúvidas antes da cirurgia acontecer. Não tenha receio de perguntar o que você não sabe.
2 – Inchaços e hematomas são normais: por exigir, em muitos casos, uma anestesia local, é normal que apareçam inchaços na face e pescoço, além de hematomas. Bolsas de gelo e remédios prescritos pelo seu dentista o ajudarão com isso.
3 – Não falte às consultas de acompanhamento: durante a recuperação da pós-extração, você precisará comparecer a algumas consultas de acompanhamento, fundamentais para a sua melhora completa.
4 – A alimentação do pós-operatório precisa ser leve: não é indicado o consumo de comidas quentes durante o seu período de recuperação, pois podem causar infecções. Invistam em comidas frias ou sobremesas como gelatina, sorvete ou milkshakes. No caso de bebidas, evite toma-las com canudo.
5 – É proibido fumar: se você é fumante, vai precisar parar pelo menos durante o período do pós-operatório. Quem sabe nesse momento você também não encontra uma motivação para parar imediatamente? O cigarro pode causar sérios danos a sua saúde bucal.

Atitudes que parecem inofensivas, mas são grandes problemas para a saúde bucal

Todo cuidado com a sua higiene bucal é pouco. Descubra alguns hábitos que você precisa mudar!
Pode não parecer, mas nós, seres humanos, temos alguns hábitos que, à primeira vista, parecem inofensivos, mas podem causar problemas bastante indesejáveis para a nossa saúde bucal.
Se você já passou por uma situação de ter ido dormir na casa de um amigo e esquecido a escova de dente, optando pela escovação com o dedo, saiba que isso fez com que o índice de cárie, tártaro e da placa bacteriana aumentasse significativamente. Uma opção para quando isso acontecer é utilizar o fio dental, formando uma bolinha.
E quando aquele pedacinho de alface indesejado ficou preso entre os seus dentes e você, em um ato de impulso, o tentou retirar com a unha? Completamente errado. Por termos contato o tempo inteiro com diversos objetos, nossas mãos e unhas estão sujas pela maior parte do tempo e, por isso, todo cuidado é pouco. Não é higiênico e pode causar uma série de problemas que você poderia ter evitado caso tivesse um fio dental por perto.
Se você é nervoso e fica ansioso com eventos importantes, certamente já passou por um momento em que se viu roendo unhas, certo? Cuidado. Esse hábito pode causar uma alteração no seu sorriso e causar trincas nos seus dentes. O mesmo acontece quando você tenta, por exemplo, abrir uma garrafa com os dentes.
A sua higiene bucal deve ser vista como prioridade. Se você é adepto de alguma dessas atitudes, é hora de mudar!

Seis erros que devem ser evitados ao escovar os dentes

Todos os dentistas batem na tecla de que uma escovação bem feita é fundamental para uma saúde bucal, porem apenas uma pequena parcela da população realmente faz uma boa escovação de acordo com o recomendado.
Para sinalizar os erros mais recorrentes vamos listar os seis erros que devemos evitar ao escovar os dentes.
1. Escovar os dentes logo após a refeição.
O hábito de escovar os dentes imediatamente após uma refeição seja ela o almoço/jantar ou uma fruta pode não ser indicado, por conta da acidez presente na boca. Nesse caso recomendamos que faça um bochecho com água antes, para diminuir a acidez facilitando a limpeza correta e protegendo o esmalte dos dentes.
Outro ponto a se prestar atenção está na escovação dos pequenos, os cremes dentais para crianças têm componentes que fortalecem e atendem as necessidades dos dentes dos pequenos, os de adultos contém componentes que podem agredir a saúde bucal infantil.
2. A velocidade da escovação.
“A pressa é inimiga da perfeição” esse ditado vale e muito para higiene bucal, aquela escovadinha rápida que foi para dizer que não escovou os dentes não adianta de nada, uma escovação que realmente faça a diferença leva aproximadamente 2 minutos. Outro ponto é lembrar que hábitos como os de higiene bucal e pessoal são exemplos para seus filhos, então se você tem o hábito de escovar rapidinho os dentes vale a pena tirar 2 minutos para fazer uma boa escovação junto com seus filhos e passar o exemplo de boa higiene bucal e adotar o hábito saudável
3. A falta de atenção com todos os dentes
Sabe aquela animação com que você começar a escovar os dentes? Então ela tem que continuar até o fim, o mesmo vale para o fio dental, ele tem que ser usado em todos os dentes. Dividir a escovação é uma boa opção para dar atenção a todos os dentes. Com as crianças o ideal é escovar os dentes duas vezes ao dia e antes de ir para a cama, tente escovar de forma suave e dar atenção aos dentes molares.
4. Força demais na escovação.
Escovar com força não vai tirar as manchas dos dentes, vai apenas desgastar o esmalte dos seus dentes. Para retirar as manchas o ideal é fazer movimentos circulares, o esmalte é quem protege o dente das bactérias, se você tem problemas em controlar a força o mais indicado é adotar escovas elétricas.
5. Não enxaguar a boca
Assim que finalizar a escovação enxaguar a boca é um ponto muito importante, pois limpa completamente a boca, retirando os resíduos que podem ajudar na formação de caries e placas bacterianas. Então lembre se de enxaguar a boca com bastante água limpa e fria.

6. Escova de dente ruim
Fazer uma boa escovação com uma escova ruim, não faz efeito. A conservação da escova faz parte da higiene bucal, manter ela limpa é parte fundamental para manter sua boca saudável. A vida útil da escova também é importante, e em alguns casos vale a pena investir um pouco mais em uma escova que ofereça mais benefícios. Para as crianças as escovas são mais chamativas para criar uma simpatia, para que a criança se sinta convidada a escovar os dentes.
Fonte: Pais e Filhos

Sete alimentos que ajudam a combater o mau hálito

A influência dos alimentos no combate ao mau hálito, claro que sem esquecer de manter a higiene bucal. Michelle Davanço, estomalogista conta que a halitose muitas vezes torna-se tão habitual que a pessoa nem percebe mais. Nesses casos é bom ficar atento as dicas dos colegas e procurar um dentista, porém casos que são mais leves podem ser corrigidos com uma escovação ou alimentos que podem amenizar o mau hálito.

 Maçã, cenoura e pepino

Ajudam a combater a placa bacteriana. Quando comidos crus e com casca, a maçã, a cenoura e o pepino realizam uma espécie de raspagem dos dentes que complementa a ação de limpeza do fio dental.

Chá de boldo

O mau hálito pode não ser proveniente apenas da boca, algumas vezes pode ser por problemas de digestão. O chá de boldo pode ser de grande ajuda nesse caso pois estimula o processo de digestão.

Gengibre

O gengibre também auxilia na parte digestiva do problema, além de antioxidantes, anticoagulantes, entre outras é um ótimo adstringente natural. Desse modo, levar balinhas de gengibre na bolsa ou na mochila ou até mesmo acrescentá-lo às refeições pode ser uma estratégia para combater o mau hálito.

Iogurte natural sem açúcar

O elevado nível de gás sulfídrico em nosso organismo é uma causa bastante comum do mau hálito. Ele é resultante dos processos metabólicos anaeróbicos – que ocorrem na ausência de ar – do nosso corpo.

Suco de limão

O limão por ser adstringente e bactericida, elimina bactérias presentes na boca e em todo o sistema digestivo, ainda atua como reguladora do intestino, responsável por produzir diversos gases que muitas vezes acabam sendo eliminados pelas vias respiratórias.

Hortelã

A hortelã é muito utilizada em tratamentos, estimulam o sistema digestivo, é claro proporciona aroma agradável. Mastigar folhas dessa planta, você direciona o suco formado pela saliva para o estômago, acelerando a digestão, e ainda fica com aquele gostinho de frescor na boca. Precisa explicar por que ela está presente em balas, enxaguantes bucais e pastas de dente?

Água

Um dos fatores que ajudam no combate ao mau hálito é a salivação, e beber água estimula as glândulas salivares e elimina resíduos de todo nosso organismo começando pela boca.

Fonte: Minha Vida

O bruxismo tem diversas causas e pode atingir 80% da população

Bruxismo, doença que causa desgastes e fraturas nos dentes, fadiga dos músculos mastigatórios, desvios na mordida e dor. A causa do bruxismo pode ser proveniente de problemas emocionais como stress e ansiedade, o tratamento recomenda-se começar assim que diagnosticado, pois minimiza os danos.
Pesquisas apontam que cerca de 80% da população sofre de bruxismo em algum período da vida, e as causas são variadas, o dentista Helton Leandro Gonçalves aponta fatores hereditários ou no sistema nervoso podem contribuir para o avanço da doença.
Algumas pessoas têm sintomas como dores de cabeça, no maxilar com frequência e procuram o médico, sem saber que a causa das dores é o bruxismo. Para o tratamento do bruxismo usa-se um molde de acrílico para evitar danificar os dentes. O molde é feito sob medida e o uso é noturno. O tratamento é noturno por conta do risco que do atrito entre os dentes que o bruxismo causa, em alguns casos os danos são irreversíveis, “Começam os desgastes nos dentes posteriores e logo após nos dentes anteriores, então você pode ter uma curva invertida, podem amolecer e até apresentar sangramentos na gengiva”, explica Gonçalves.
As visitas periódicas ao dentista ajudam a identificar problemas desse tipo, mas caso você sinta alguns dos sintomas procure seu dentista para uma avaliação.
Fonte: http://glo.bo/1JomMt4

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