Planejamento de implantes sem as ferramentas adequadas: um risco para todos

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Planejamento em reabilitação oral é uma atividade bastante complexa, mas por muitas vezes é tratada de uma maneira simplista por vários colegas, o que na nossa opinião é um erro. São várias os processos laboratoriais e clínicos que definem uma rotina ideal para o adequado planejamento reverso – ou seja – que começa pela prótese para enfim decidir a posição dos implantes.

É muito comum vermos, mesmo em cursos de aperfeiçoamento ou mesmo de especialização, dezenas de implantes sendo planejados e realizados apenas com uma radiografia panorâmica. Na imensa maioria das vezes, negatoscópios são deixados sobre as bancadas desligados e os alunos e docentes fazem uso do “Janeloscópio” à vontade. Esse caminho só nos leva a um destino : O das iatrogenias.

Você faria implantes nesse caso ilustrado na panorâmica abaixo?

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A literatura mundial está repleta de artigos recomendando a tomografia como ferramenta de diagnóstico e planejamento para implantes, e sobretudo, condenando o uso exclusivo de imagens 2D (tais como panorâmicas ou periapicais). Revistas científicas sequer analizam artigos relacionados à implantodontia se não houver tomografia documentando qualquer evidência alcançada no trabalho enviado. Infelizmente colegas relutam em negar essa condição tecnológica e insistem planejando seus casos de maneira a não oferecer a segurança que poderiam para si mesmos e para seus pacientes.

Não custa lembrar: Imagens 2D têm distorções e ampliações não controladas inerentes às técnicas radiográficas que as geraram, e confiar 100% nelas pode levar a erros irreparáveis no tratamento reabilitador com implantes. Hoje a tecnologia de imagens tridimensionais está muito acessível tanto em termos de localização quanto em termos de custo!

Pergunto: Pra que correr riscos?

Veja a tomografia do mesmo caso: raramente a panorâmica entrega todas as informações que você precisa.

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Imagens gentilmente cedidas pelo Dr. Heitor Cosenza

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