Tudo o que você precisa saber a radiografia panorâmica odontológica

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Quem trabalha com Radiologia sabe que a tecnologia permitiu diversos avanços odontológicos nos últimos anos. No entanto, algumas técnicas trazem tantas vantagens que são utilizadas até hoje. É o caso da radiografia panorâmica odontológica.

Suas indicações são tão amplas que ela é um dos exames auxiliares de diagnóstico mais solicitados em Odontologia, mesmo quase 100 anos depois de seu desenvolvimento. Neste texto, vamos descobrir o que é, como é feita e quais as indicações para a radiografia panorâmica odontológica. Continue a leitura:

O que é radiografia panorâmica odontológica?

Também chamada de ortopantomografia, a radiografia panorâmica odontológica é a técnica radiográfica que permite a captura da mandíbula e do maxilar no mesmo quadro. Assim, em uma única imagem, é possível observar todas as estruturas do complexo maxilomandibular, o que a torna útil em todas as especialidades odontológicas.

Ela é a escolha ideal para a identificação patologias nos dentes e ossos da face. No entanto, a articulação temporomandibular precisa de um exame tomográfico para verificação dos seus tecidos móveis.

Para os cirurgiões-dentistas, é uma das mais eficientes formas de se conseguir avaliar várias especialidades da área clínica, como a traumatologia maxilofacial, a implantodontia e a periodontia. Além disso, é bem útil para as áreas que restauram a estética e a funcionalidade oral, como a prótese e a ortodontia.

Apesar de a cavidade oral ser uma estrutura curva, o ortopantomógrafo (aparelho de radiografia panorâmica) consegue obter uma imagem plana sem afetar a visualização dos seus componentes. Por isso, é indicada para uma primeira avaliação, mas também poderá ser solicitada durante e após o tratamento. Dessa forma, o profissional tem registros de todas as etapas de um procedimento.

Essa medida não é importante, apenas, para conferir o necessário resguardo legal ao profissional, mas, principalmente, para registrar a evolução apresentada pelo paciente conforme os métodos empregados desde o início do relacionamento entre dentista e paciente até o fim do tratamento.

radiografia panorâmica odontológica

Como a radiografia panorâmica odontológica foi desenvolvida?

Cinco meses após a descoberta dos raios-x por Wilhelm Conrad Roentgen, em 1895, a Odontologia já dava seus primeiros passos com a técnica, criando a primeira radiografia dental. Mas os primeiros estudos sobre a técnica panorâmica datam da década de 1920.

Nessa época, o emissor de raio-X era colocado dentro da boca do paciente. O paciente segurava o filme, pressionando-o na cavidade oral. O problema é que, além da alta exposição, muitas vezes o calor dos raios fazia com que a ampola do aparelho estourasse dentro da boca do paciente.

Com o avanço da tecnologia, o filme convencional (analógico) foi substituído pelo dry film (digital). Com isso, acabou-se a necessidade de revelar a foto — ela seria, então, impressa. Hoje, a impressão digital evoluiu ainda mais e pode ser feita apenas no papel.

E hoje, como a radiografia panorâmica odontológica é feita?

Ainda feita em película por muitos laboratórios, hoje as clínicas radiológicas mais modernas lidam com o ortopantomógrafo digital, que permite a edição e o compartilhamento das imagens em qualquer dispositivo.

O ortopantomógrafo tem dois lados: um deles com um tubo que emite os feixes de raios-X, e o lado oposto com um detetor para captá-los. O aparelho usa apenas uma pequena dose de radiação ionizante para obter a imagem. Depois, ela é enviada para a tela do computador.

Para a obtenção da imagem, o radiologista posiciona a cabeça do paciente entre as duas estruturas do aparelho. Para que não haja retrabalhos, ele ficar completamente imóvel. Alguns profissionais oferecem uma boqueira para que o paciente mantenha e não faça a oclusão ou sobreposição dos dentes.

Depois disso, o tubo de raios-X move-se ao redor da cabeça do paciente, emitindo os feixes que vão ser captados digitalmente e formar a imagem radiográfica.

Como possibilita ampliações de qualidade e edições, a impressão só é feita no papel caso haja necessidade. Ela também não necessita de filmes, portanto pode ser feita em folha comum e produzida em qualquer tamanho.

No caso da impressão digital,  a imagem é lida por uma impressora computadorizada. Como resultado, você obtém imagens de altíssima definição, que podem ficar ainda melhores quando passam por tratamento em software.

A radiografia panorâmica odontológica digital apresenta diversas vantagens em relação à praticada com dry film:

  • desempenho: o dry film tem baixa performance quando comparado à impressão em papel;
  • economia: a redução dos custos pode chegar até 80% em relação ao filme radiográfico. Além do dry film, é necessário investir em outros materiais, como reveladores, fixadores e locação de impressoras;
  • meio ambiente: o filme radiográfico e os fixadores contam com substâncias que contaminam o solo e demoram anos para sair. Já a impressão em papel não é poluente;
  • saúde: tanto o radiologista quanto o paciente são mais expostos à radiação quando o exame não sai como desejado. Isso não acontece na radiografia panorâmica odontológica digital, pois o resultado é instantâneo;
  • diagnósticos mais preciso: graças à fidelidade e nitidez nas imagens obtidas, os resultados obtidos são potencializados, facilitando o diagnóstico;
  • satisfação: imagens de mais qualidade atraem e fidelizam pacientes, que enxergam valor na melhoria do serviço.

Quais as vantagens da radiografia panorâmica odontológica?

  • a visualização global da arcada dentária do paciente facilita o acompanhamento, o planejamento e o diagnóstico de uma patologia;
  • possibilidade de observar todas as estruturas do complexo maxilomandibular, como os dentes, seios maxilares e as articulações entre a mandíbula e o crânio;
  • útil para todas as especialidades em Odontologia, incluindo cirurgiões-dentistas;
  • pode ser feita tanto em adultos quanto em crianças;
  • baixa superexposição aos raios-X;
  • também adotada por médicos.

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