4 tecnologias para prototipagem na Odontologia

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O uso das tecnologias para prototipagem na Odontologia é cada vez mais comum nos consultórios e clínicas odontológicas. É por isso que os dentistas devem se informar sobre o assunto e buscar compreender sobre como podem usar esse recurso nos seus atendimentos.

Para você compreender mais sobre esse tema, produzimos este artigo, que tem como base a monografia apresentada por Francisco Pessotto Balem, para obtenção do título de especialista em Radiologia Odontológica e Imaginologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Continue com a gente e saiba mais sobre as principais tecnologias para prototipagem na Odontologia!

Prototipagem na Odontologia: o que é e quais são as principais aplicações?

A prototipagem pode ser definida como um recurso tecnológico que encontra aplicação em várias áreas, tais como Engenharia, Arquitetura, Desenho Industrial etc.

Na área da saúde, porém, a utilização é algo relativamente novo. Apesar disso, o processo ganha cada vez mais notoriedade, principalmente no campo da Odontologia.

A ideia é que dados obtidos por exames capazes de gerar imagens tridimensionais, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, podem ser usados para confeccionar protótipos.

Isso dá a possibilidade de serem construídos biomodelos, que servem como auxiliares em planejamentos cirúrgicos e até mesmo nos próprios procedimentos realizados nos pacientes.

tecnologias para prototipagem na odontologia

Veja as 4 principais tecnologias para prototipagem na Odontologia

Existem diferentes tecnologias para prototipagem na Odontologia. Elas podem ser divididas em dois grupos: 

  • prototipagem rápida aditiva: que produzas peças por meio da adição de material camada a camada; e
  • prototipagem rápida subtrativa: trabalha por usinagem de blocos sólidos.

A partir dessas possibilidades, são geradas as principais tecnologias para prototipagem na Odontologia. Veja, a seguir, quais são elas!

1. Stereolitografia (SLA)

A SLA é um dos mais tradicionais processos de prototipagem rápida, tendo sido utilizado pela área médica, pela primeira vez, no ano de 1991.

Nesse caso, o modelo é construído por meio da polimerização de uma resina líquida fotossensível acondicionada em um tanque.

A resina é solidificada quando entra em contato com um feixe de raio laser ultravioleta. Depois disso, o modelo é construído camada a camada.

2. Sinterização a laser seletivo (SLS)

No método SLS, o processo de obtenção do modelo é semelhante ao utilizado na SLA. Porém, aqui o material utilizado para confecção do protótipo é um polímero em pó e não uma resina líquida.

No processo, as camadas são formadas e unidas entre si pela ação do calor produzido pela emissão de um laser.

Após a sinterização de cada secção, uma nova camada de pó é depositada por um sistema de roletes para que uma nova secção seja sintetizada.

O pó que não sofre a ação do laser começa a servir como estrutura do suporte para as partes que ficam desconectadas ou salientes do protótipo.

3. Modelagem por fusão e deposição (FDM)

O FDM é uma das tecnologias para prototipagem na Odontologia que confecciona os seus modelos por meio da extrusão de filamentos de polímeros aquecidos.

Para isso, dois bicos extrusores são posicionados em um cabeçote, que se movimenta nos eixos X e Y e depositam o material termoplástico camada a camada sobre uma plataforma que se move no eixo Z, ou seja, no sentido vertical.

Um dos bicos deposita o material para a construção do modelo e outro, o material que serve como base para a construção.

Como principal vantagem do FDM está a boa precisão dimensional, a boa reprodução de estruturas finas e excelente fixação de parafusos.

No entanto, ele apresenta a desvantagem de ser feito em um material muito duro, ter baixa velocidade de construção e um custo elevado.

4. Impressão tridimensional (3D Print)

Há ainda a impressão 3D, que é a técnica para prototipagem na Odontologia mais em alta no momento. Nesse caso, o processo de construção utiliza a mesma ideia das impressoras jato de tinta convencionais.

Funciona assim: um cabeçote se movimenta nos eixos X e Y, liberando um agente aglutinante, que é depositado em um recipiente contendo pó cerâmico ou polimérico.

Esse recipiente fica sobre uma plataforma que se movimenta no eixo Z, a cada camada de pó aglutinada, a plataforma baixa e uma nova porção de material é depositada para a construção de outra camada. Esse processo é repetido sucessivamente até a conclusão do modelo.

Depois que a construção se finaliza, o modelo passa por outro processo, a infiltração. Assim, se eliminam as porosidades.

Agora você já conhece as principais tecnologias usadas para prototipagem na Odontologia. A impressão 3D, sem dúvidas, é a mais eficiente.

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